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novembro azul belo horizonte01Como forma de orientar a comunidade sobre a importância da prevenção do Câncer de Próstata e também da AIDS, o Curso de Odontologia promoveu, dia 29 de novembro, a campanha do Novembro Azul e Dezembro Vermelho com uma blitz de conscientização pelas ruas próximas ao Campus Belo Horizonte.

Orientados pelas professoras das disciplinas de Saúde Pública, Renata Titonelli Aguiar, e de Processos Psicológicos Básicos, Derli de Souza Dias, os estudantes do 3º período percorreram o comércio e alertaram motoristas falando das formas de prevenção, da realização de exames periódicos e, também, do uso de preservativos na prevenção de DST's e AIDS. Na abordagem também foram distribuídos laços azuis e camisinhas.

Novembro Azul


A campanha é um alerta para os cuidados da saúde do homem que, muitas vezes por desinformação, preconceito ou medo, deixa de fazer os exames preventivos. No Brasil, a doença é o segundo tipo de câncer que mais mata homens, ficando atrás apenas do câncer de pulmão.

O diagnóstico é feito pelo exame de sangue PSA e também pelo toque retal, fundamentais para a detecção precoce da doença para início do tratamento.

O INCA - Instituto Nacional de Câncer aponta que entre os fatores que aumentam os riscos da doença estão a idade, o histórico na família e a obesidade. Hábitos como não fumar e evitar bebidas alcoólicas, ter uma alimentação adequada e praticar atividades físicas regularmente, ajudam a manter um estilo de vida mais saudável. A recomendação é que os homens comecem a fazer os exames específicos a partir dos 50 anos de idade; pessoas com histórico na família devem consultar o médico já aos 40 anos para fazer esse monitoramento.

Dezembro Vermelho


No mês de conscientização e de combate à AIDS, a Unaids, programa das Nações Unidas sobre a doença, divulgou que houve um crescimento de 3% em casos de infecção por HIV, no Brasil, desde 2010. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde apontam um crescimento considerável e preocupante principalmente em relação a jovens de 15 a 24 anos. Só entre indivíduos do sexo masculino, de 15 a 19 anos, os números triplicaram. A conscientização e a prevenção ainda são os melhores meios de se combater a doença e impedir que estes índices aumentem.